Aprendendo De Um Pai de 14 Filhos- Parte 1

“Lembrem-se de seus líderes que lhes ensinaram a palavra de Deus. Pensem em todo o bem que resultou da vida deles e sigam seu exemplo de fé.” Hebreus 13:7

Segue um trecho do livro, “Yes, They’re All Ours”, por Rick e Marilyn Boyer. Eles são um casal extremamente abençoado, pois são os pais de 14 filhos! Eu tenho tido o privilégio de participar de algumas das suas palestras, e tenho sido muito abençoada por seu ministério e os materiais que têm publicado. Você poderá visitar seu site aqui: https://characterconceptsblog.com/

Agora, estão com 45 anos de casados e muitos netos, e muitos mais virão! Mas em 1994 quando escreveram o livro “Yes, They’re All Ours”, tinham “apenas” 12 filhos. Tiveram mais três filhos após terem escrito o livro, mas infelizmente o quarto filho deles faleceu de leucemia com 17 anos.

Será que é uma tarefa fácil criar tantos filhos para Deus?? Para que que alguém ia querer enfrentar tal desafio?? Será que são loucos? Será que, depois de acabar tendo todos eles, se arrependeram de ter tido TANTOS??  Com certeza, NÃO!  Não é fácil, não são loucos, e nunca se arrependeram.

Quando um casal tem dois ou três filhos pequenos, a vida pode ser estressante. Parece que nunca vai ter um filho com idade suficiente para se vestir sozinho, para ajudar com as tarefas de casa, e muito menos para estar em casa sem babá para o casal poder sair sozinhos de vez em quando. E é aí que muitos pensam, “Não consigo ter mais!” Então, vamos ouvir deste pai que está um pouco na nossa frente já nesta jornada, e tem uma perspectiva que muitos não têm. Eu realcei algumas frases favoritos.

Trecho do Livro, “Yes, They’re All Ours”:
“Enquanto planejávamos este livro, uma coisa que esperávamos realizar era encorajar pais jovens que estão passando por coisas que nós já passamos. Olhando pra trás em nosso casamento, vemos tantas vezes em que queríamos saber por que a pressão estava sobre nós e se algum dia terminaria. Seria muito gratificante pensar que essas tribulações tinham em parte o propósito de nos preparar a compartilhar esperança com aqueles que vêm atrás de nós.

“Enquanto escrevo isso, tenho alguns casais em mente. Eu conheço uma família jovem com dois filhos pequenos que estão tendo dúvidas sobre deixar Deus planejar sua família por causa do estresse que estão passando com os pequenos que eles têm agora. Outro jovem casal que conhecemos tem um bebê e acha que suas mãos (e possivelmente sua aljava) podem já estar cheias com as exigências de ser pai e de pagar as contas sem uma renda bem estabelecida. Ambos os casais nos falam sobre suas pressões quase como se pedissem desculpas, como se sentissem que olharemos para eles com desprezo.

“Mas isso está longe do caso. Se eles soubessem como é que gostaríamos de estar com eles no meio de uma noite sem dormir, lhes dar um abraço e lhes contar sobre os tempos em que demos voltas com pessoinhas doentes ou inquietas. E para garantir-lhes que isso não vai durar para sempre.

“Nós vemos o passado através de óculos cor-de-rosa até certo ponto, mas ainda lembramos mais ou menos como foi. O futuro vemos como através de um vidro escuro, mas temos nossa experiência para nos dar uma ideia do que provavelmente será. Geralmente é no presente, ou pelo menos em algumas características dela, em que é difícil se focar e examinar.

“Nos primeiros tempos de sermos pais, às vezes parecia que a vida continuaria igual para sempre. Nós nunca teríamos dinheiro, nunca teríamos um filho com idade suficiente para tomar conta dos menores, nunca teríamos ar condicionado. Eu estava tão tenso quando jovem que tornei a vida mais difícil para mim e para os que estavam à minha volta.

“Ouvi a Marilyn dizer que quando ela tinha três filhos a vida era mais difícil do que era com oito porque quando ela tinha apenas três, não havia ninguém pra ajudar. Dois estavam em fraldas e o Rickey não parava. Agora, é claro, temos ajudadores bem treinados e isso é uma bênção, mas as necessidades extras da família também são sentidas. É preciso um enorme gasto de tempo, finanças e esforço para fazer o que fazemos.

“Mas agora sabemos que nem sempre será assim. Pode haver momentos mais difíceis com uma criança doente ou perseguição, como quando estávamos no tribunal por causa da educação domiciliar. E certamente também haverá momentos mais fáceis, quando mais das nossas crianças serão adolescentes maduros e prontos para carregar seu próprio peso e o de outras pessoas também. Tudo o que sabemos com certeza é que tudo o que acontece, passa.” ~Por Rick Boyer

Este artigo será continuado. Não perca a Parte Dois!

 

A Família Boyer, que continua crescendo!

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